domingo, 2 de novembro de 2008
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
sábado, 4 de outubro de 2008
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Fools
(...)
And the stance that we take isn't much to bear
Yeah, we leave things to change on their time
And our failure to care for it leaves us blind
'til we're tired and we're crazed in the mind
Now he lies on his back, and they tell him it's that
It's just a heart attack, it's just a heart attack
Too late to return to the ones that you've earned
No they don't give it back, no they don't give it back to fools
(...)
terça-feira, 12 de agosto de 2008
sábado, 9 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
terça-feira, 22 de julho de 2008
quinta-feira, 17 de julho de 2008
sábado, 12 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
quinta-feira, 3 de julho de 2008
terça-feira, 1 de julho de 2008
Xana - Manual de sobrevivência
Para aqueles que para já, não conseguindo viver, lutam por sobreviver enquanto tentam recuperar a coragem para se encarar a si próprios...
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domingo, 29 de junho de 2008
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Poema inacabado
A esperança ilude-me com ternura
De um regresso jamais traçado
Perco-me na doce amargura
De amar e não ter sido amado
No breu meus estilhaços reluzem
Afagados por um passado imperial
Que nem todas as cores traduzem
O pulsar de outrora divinal
Tenho frases cravadas no coração
Espinhos de uma rosa que anoitece
Uma dor que ecoa, grita e bate a razão
Lançada sem compaixão ou benesse
Zarpo no mar louco e dorido que me amarrar
Iço minhas velas cuja luz ténua subsiste
Na noite, apenas o frio e o sal no olhar
Busco, suspiro e duvido se o céu ainda existe
Filipe
De um regresso jamais traçado
Perco-me na doce amargura
De amar e não ter sido amado
No breu meus estilhaços reluzem
Afagados por um passado imperial
Que nem todas as cores traduzem
O pulsar de outrora divinal
Tenho frases cravadas no coração
Espinhos de uma rosa que anoitece
Uma dor que ecoa, grita e bate a razão
Lançada sem compaixão ou benesse
Zarpo no mar louco e dorido que me amarrar
Iço minhas velas cuja luz ténua subsiste
Na noite, apenas o frio e o sal no olhar
Busco, suspiro e duvido se o céu ainda existe
Filipe
quarta-feira, 25 de junho de 2008
terça-feira, 24 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
domingo, 22 de junho de 2008
sexta-feira, 20 de junho de 2008
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Rocky filósofo é que sabe...
"The world ain't all sunshine and rainbows. It's a very mean and nasty place... and I don´t care how tough you are, it will beat you to your knees and keep you there permanently, if you let it. You, me or nobody, is gonna hit as hard as life. But ain't about how hard you hit... It's about how hard you can get hit, and keep moving forward... how much you can take, and keep moving forward. That´s how winning is done. Now, if you know what you worth, go out and get what you worth. But you gotta be willing to take the hits. And not pointing fingers saying: You ain´t what you wanna be because of him or her or anybody. Cowards do that and that ain´t you! You´re better than that!"
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Love is a losing game
Memories mar my mind
Love is a fate resigned
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Love is a Losing Game
segunda-feira, 16 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Souvenir...
Sinto que compreendo o mundo inteiro. Solidário com qualquer dor instalada. Nada dói mais que a felicidade. Compreendo que muitas almas não queiram navegar por essas águas escuras, que escondem o maior dos perigos. O perigo de saber o que é sentir.
É muito mais fácil viver segundo as regras do mundo que é apenas a sombra de si mesmo. O mundo real, escondam-no, abandonem-no. Pois ele mostra apenas a dor. A dor do reconhecimento de nós próprios. A dor que nos rodeia por existirmos e querermos viver.
Todos têm o seu refúgio. E cada vez refugiamo-nos menos no ser humano que somos ou nas almas que encontramos.
O destino marcado, nas cartas, no papel, nos desejos de outros, na sombra do mundo real, é o destino mais indolor. Onde a altura em que nos colocamos no limbo é reduzida o suficiente para que a queda seja amortecida pela teia medianamente doce e amarga que fomos tecendo para nos alimentarmos da morte. Da nossa lenta e gradual morte.
Todos os outros limitam-se a cair. Eternamente... Revendo toda a montanha que escalaram e apercebendo-se dolorosamente de tudo aquilo que conseguiram e foram vivendo na busca do topo do arco-íris. Implorando por uma queda rápida e um choque indolor com o fundo. É uma queda longa, que parece nunca acabar. Uma dor inseparável, que nem o sol, a lua, o mar e a própria montanha consigam acalmar.
A dor de nós próprios é demasiada. Felizes aqueles que fogem para dentro das criações de alguém. Pois esses nunca irão cair verdadeiramente. Agora compreendo-os. E tento compreender a sua dor.
Filipe
30/08/2007
É muito mais fácil viver segundo as regras do mundo que é apenas a sombra de si mesmo. O mundo real, escondam-no, abandonem-no. Pois ele mostra apenas a dor. A dor do reconhecimento de nós próprios. A dor que nos rodeia por existirmos e querermos viver.
Todos têm o seu refúgio. E cada vez refugiamo-nos menos no ser humano que somos ou nas almas que encontramos.
O destino marcado, nas cartas, no papel, nos desejos de outros, na sombra do mundo real, é o destino mais indolor. Onde a altura em que nos colocamos no limbo é reduzida o suficiente para que a queda seja amortecida pela teia medianamente doce e amarga que fomos tecendo para nos alimentarmos da morte. Da nossa lenta e gradual morte.
Todos os outros limitam-se a cair. Eternamente... Revendo toda a montanha que escalaram e apercebendo-se dolorosamente de tudo aquilo que conseguiram e foram vivendo na busca do topo do arco-íris. Implorando por uma queda rápida e um choque indolor com o fundo. É uma queda longa, que parece nunca acabar. Uma dor inseparável, que nem o sol, a lua, o mar e a própria montanha consigam acalmar.
A dor de nós próprios é demasiada. Felizes aqueles que fogem para dentro das criações de alguém. Pois esses nunca irão cair verdadeiramente. Agora compreendo-os. E tento compreender a sua dor.
Filipe
30/08/2007
terça-feira, 3 de junho de 2008
sábado, 17 de maio de 2008
Light Years
I've used hammers made of wood
I have played games with pieces and rules
I've undeciphered tricks at the bar
But now you're gone, I haven't figured out why
I've come with riddles, and jokes about war
I figured out numbers and what they're for
I've understood feelin's and I've understood words
But how could you be taken away?
And where ever you've gone, and where ever we might go
It don't seem fair, today just disappeared
Your light's reflected, now
Reflected from afar
We were but stones, your light made us stars
With heavy breath, awakened regrets
Back pages and days that only could've been spent
Together, but we were, miles apart
Every inch between us becomes light years now
No time to be void, or save up on life
Oh, you gotta spend it all
And where ever you've gone, and where ever we might go
It don't seem fair, we all seem to like it here
Your light's reflected now
Reflected from afar
We were but stones, your light made us stars
And where ever you've gone, and where ever me might go
It don't seem fair, today just disappeared
Your light's reflected now
Reflected from afar
We were but stones, your light made us stars.
I have played games with pieces and rules
I've undeciphered tricks at the bar
But now you're gone, I haven't figured out why
I've come with riddles, and jokes about war
I figured out numbers and what they're for
I've understood feelin's and I've understood words
But how could you be taken away?
And where ever you've gone, and where ever we might go
It don't seem fair, today just disappeared
Your light's reflected, now
Reflected from afar
We were but stones, your light made us stars
With heavy breath, awakened regrets
Back pages and days that only could've been spent
Together, but we were, miles apart
Every inch between us becomes light years now
No time to be void, or save up on life
Oh, you gotta spend it all
And where ever you've gone, and where ever we might go
It don't seem fair, we all seem to like it here
Your light's reflected now
Reflected from afar
We were but stones, your light made us stars
And where ever you've gone, and where ever me might go
It don't seem fair, today just disappeared
Your light's reflected now
Reflected from afar
We were but stones, your light made us stars.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
sábado, 8 de março de 2008
sábado, 23 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
domingo, 3 de fevereiro de 2008
A insuportável solidão
"Não eram únicos, a não ser no gesto excêntrico, esquisito. Fora disso, habitavam o centro do quotidiano. Vivemos entre homens e mulheres, que se desconhecem e desconhecemos. Entre vítimas da indiferença e do egoísmo, do falso progresso, que tudo reduz a números. Sofremos, em época retrógrada, desumana, insalubre, assassina. Tempo de peste. Milhões de homens esbracejam, pulam, mascaram-se, na esperança de que atentem neles. Não atentam. A máquina não se condói nem pára, tritura e afoga, desliga-nos do mundo, pobres títeres, extraterrestres cada vez mais cadáveres adiados. Malcolm Lowry alertava "Le gusta este jardin que es suyo? Evite que sus hijos lo destruyan!"
in JN
in JN
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
sábado, 19 de janeiro de 2008
sábado, 12 de janeiro de 2008
In a dark time, the eye begins to see...
In a Dark Time
In a dark time, the eye begins to see,
I meet my shadow in the deepening shade;
I hear my echo in the echoing wood--
A lord of nature weeping to a tree.
I live between the heron and the wren,
Beasts of the hill and serpents of the den.
What's madness but nobility of soul
At odds with circumstance? The day's on fire!
I know the purity of pure despair,
My shadow pinned against a sweating wall,
That place among the rocks--is it a cave,
Or winding path? The edge is what I have.
A steady stream of correspondences!
A night flowing with birds, a ragged moon,
And in broad day the midnight come again!
A man goes far to find out what he is--
Death of the self in a long, tearless night,
All natural shapes blazing unnatural light.
Dark, dark my light, and darker my desire.
My soul, like some heat-maddened summer fly,
Keeps buzzing at the sill. Which I is _I_?
A fallen man, I climb out of my fear.
The mind enters itself, and God the mind,
And one is One, free in the tearing wind.
-- Theodore Roethke
In a dark time, the eye begins to see,
I meet my shadow in the deepening shade;
I hear my echo in the echoing wood--
A lord of nature weeping to a tree.
I live between the heron and the wren,
Beasts of the hill and serpents of the den.
What's madness but nobility of soul
At odds with circumstance? The day's on fire!
I know the purity of pure despair,
My shadow pinned against a sweating wall,
That place among the rocks--is it a cave,
Or winding path? The edge is what I have.
A steady stream of correspondences!
A night flowing with birds, a ragged moon,
And in broad day the midnight come again!
A man goes far to find out what he is--
Death of the self in a long, tearless night,
All natural shapes blazing unnatural light.
Dark, dark my light, and darker my desire.
My soul, like some heat-maddened summer fly,
Keeps buzzing at the sill. Which I is _I_?
A fallen man, I climb out of my fear.
The mind enters itself, and God the mind,
And one is One, free in the tearing wind.
-- Theodore Roethke
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
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