domingo, 29 de junho de 2008

11'09''01

legendado em samba

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Poema inacabado

A esperança ilude-me com ternura
De um regresso jamais traçado
Perco-me na doce amargura
De amar e não ter sido amado

No breu meus estilhaços reluzem
Afagados por um passado imperial
Que nem todas as cores traduzem
O pulsar de outrora divinal

Tenho frases cravadas no coração
Espinhos de uma rosa que anoitece
Uma dor que ecoa, grita e bate a razão
Lançada sem compaixão ou benesse

Zarpo no mar louco e dorido que me amarrar
Iço minhas velas cuja luz ténua subsiste
Na noite, apenas o frio e o sal no olhar
Busco, suspiro e duvido se o céu ainda existe

Filipe

quarta-feira, 25 de junho de 2008

terça-feira, 24 de junho de 2008

segunda-feira, 23 de junho de 2008

sexta-feira, 20 de junho de 2008

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Rocky filósofo é que sabe...



"The world ain't all sunshine and rainbows. It's a very mean and nasty place... and I don´t care how tough you are, it will beat you to your knees and keep you there permanently, if you let it. You, me or nobody, is gonna hit as hard as life. But ain't about how hard you hit... It's about how hard you can get hit, and keep moving forward... how much you can take, and keep moving forward. That´s how winning is done. Now, if you know what you worth, go out and get what you worth. But you gotta be willing to take the hits. And not pointing fingers saying: You ain´t what you wanna be because of him or her or anybody. Cowards do that and that ain´t you! You´re better than that!"

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Love is a losing game




Memories mar my mind
Love is a fate resigned

segunda-feira, 16 de junho de 2008

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Souvenir...

Sinto que compreendo o mundo inteiro. Solidário com qualquer dor instalada. Nada dói mais que a felicidade. Compreendo que muitas almas não queiram navegar por essas águas escuras, que escondem o maior dos perigos. O perigo de saber o que é sentir.

É muito mais fácil viver segundo as regras do mundo que é apenas a sombra de si mesmo. O mundo real, escondam-no, abandonem-no. Pois ele mostra apenas a dor. A dor do reconhecimento de nós próprios. A dor que nos rodeia por existirmos e querermos viver.

Todos têm o seu refúgio. E cada vez refugiamo-nos menos no ser humano que somos ou nas almas que encontramos.

O destino marcado, nas cartas, no papel, nos desejos de outros, na sombra do mundo real, é o destino mais indolor. Onde a altura em que nos colocamos no limbo é reduzida o suficiente para que a queda seja amortecida pela teia medianamente doce e amarga que fomos tecendo para nos alimentarmos da morte. Da nossa lenta e gradual morte.

Todos os outros limitam-se a cair. Eternamente... Revendo toda a montanha que escalaram e apercebendo-se dolorosamente de tudo aquilo que conseguiram e foram vivendo na busca do topo do arco-íris. Implorando por uma queda rápida e um choque indolor com o fundo. É uma queda longa, que parece nunca acabar. Uma dor inseparável, que nem o sol, a lua, o mar e a própria montanha consigam acalmar.

A dor de nós próprios é demasiada. Felizes aqueles que fogem para dentro das criações de alguém. Pois esses nunca irão cair verdadeiramente. Agora compreendo-os. E tento compreender a sua dor.

Filipe


30/08/2007

Is it getting better...?

Gravity


terça-feira, 3 de junho de 2008

Encontrar-se


"Levanta-te contra a discriminação das doenças mentais" aqui
 
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